No Energy Summit, no Rio de Janeiro, líderes da indústria automotiva discutiram os desafios e estratégias para a descarbonização no Brasil.
João Irineu Medeiros, da Stellantis, defendeu que os custos da transição, envolvendo 4 mil componentes por veículo, devem ser distribuídos por toda a cadeia produtiva, com qualificação de engenheiros em todos os elos. Felipe Souza, da Omoda Jaecoo, destacou a flexibilidade de arquiteturas eletrificadas, enquanto Gilberto Martins, da Anfavea, enfatizou a matriz energética brasileira, com 50% de fontes renováveis e ampla rede de biocombustíveis.
Não há consenso sobre a melhor rota para a descarbonização. A eletrificação deve considerar o poder aquisitivo e a realidade local, com biocombustíveis como solução viável. A colaboração entre montadoras, fornecedores e academia será essencial para um futuro sustentável.







