Imagem: SETCESP

Alckmin sinaliza permanência do Move Brasil para modernizar o transporte de cargas

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O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também comanda o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, anunciou que o governo federal avalia a possibilidade de transformar o Move Brasil em uma política permanente de renovação da frota de caminhões. A declaração veio durante evento em São Paulo que marcou os 90 anos do Setcesp.

O programa, lançado recentemente, já registra uma adesão expressiva: liberou R$ 602 milhões em crédito, o que representa cerca de 6% do montante total disponível, com 515 contratos assinados até o momento.

Atualmente, o teto de recursos é de R$ 10 bilhões, mas a ideia é tornar a iniciativa uma ação de longo prazo e estruturante. O principal foco continua sendo a retirada de circulação de caminhões mais antigos e poluentes, classificados como Euro 0, Euro 2 e Euro 3.

“O limite atual é o teto de R$ 10 bilhões. Mas o governo já trabalha para tornar esse programa perene, mesmo que seja em etapas futuras, porque é essencial tirar de circulação esses veículos antigos. Essa é a meta da renovação da frota”, explicou Alckmin a jornalistas especializados.

O Move Brasil oferece financiamento para caminhões novos e seminovos, com prazos de até 13 ou 14 anos, seis meses de carência, cinco anos para quitação e cobertura de até 80% pelo Fundo Garantidor. A proposta abrange toda a cadeia do transporte rodoviário de cargas, beneficiando desde caminhoneiros autônomos até grandes empresas.

Alckmin enfatizou os ganhos esperados: melhoria na logística, redução do chamado “custo Brasil”, queda no número de acidentes, menor poluição e geração de empregos na indústria e no comércio. Ele lembrou que o Brasil possui a sexta maior indústria de caminhões do mundo.

O vice-presidente também avaliou que a projeção inicial de venda adicional de cerca de 6 mil caminhões pode ser até conservadora, considerando o bom desempenho da agricultura (com crescimento de 17%), os recordes em exportações e importações e a consequente demanda maior por transporte e logística. O cenário, segundo ele, aponta para expansão contínua.

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