No dia 16 de setembro, no Palácio do Itamaraty, Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai) e EFTA (Suíça, Noruega, Islândia, Liechtenstein) assinaram um Acordo de Livre Comércio (ALC). O tratado liberaliza 97% das exportações, cria uma zona de comércio com 300 milhões de pessoas e PIB de US$ 4,3 trilhões, beneficiando setores como carne, soja, café (Mercosul) e chocolates, bacalhau (EFTA).
Iniciadas em 2017, após 14 rodadas, as negociações superaram desafios como agricultura e indústria. O Brasil espera +R$ 2,69 bilhões no PIB até 2044 e +R$ 3,34 bilhões em exportações. O ALC reforça o multilateralismo contra o protecionismo global, junto a acordos com Singapura e UE.
Críticas apontam riscos a setores sensíveis, mas salvaguardas contra dumping e foco em sustentabilidade equilibram o trato. Agora, segue revisão legal e ratificação parlamentar. Um passo para integrar economias e abrir mercados.







