Parcelamento se torna a principal forma de pagamento do IPVA 2026

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Brasileiros que optam por essa modalidade de pagamento consideram o desconto do pagamento à vista pouco atrativo, revela levantamento do Webmotors Autoinsights

A preferência pelo parcelamento superou o pagamento à vista como principal forma escolhida pelos brasileiros para quitar o IPVA 2026. É o que mostra a pesquisa anual do Webmotors Autoinsights, ferramenta que oferece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, para entender o comportamento e as preferências dos motoristas para o pagamento do imposto. O levantamento, realizado em 12 de janeiro, contou com mais de 1,5 mil respostas.

De acordo com os dados, 33,18% dos entrevistados afirmaram que vão pagar o IPVA parcelado, enquanto 32,46% optaram pelo pagamento à vista. Outros 17,18% ainda não decidiram, 12,44% não possuem veículo e 4,74% não precisam pagar o imposto, seja por isenção ou outro motivo. O cenário observado em 2026, vale lembrar, contrasta com o observado no ano anterior, quando 58% dos motoristas mencionaram preferir pagar à vista e apenas 30% mencionavam o parcelamento como opção.

O principal motivo para essa mudança pode estar relacionado ao desconto, considerado pouco atrativo no pagamento integral. Entre os que escolheram parcelar, 29,10% justificaram a decisão por considerarem o desconto baixo, 26,50% afirmaram buscar melhor organização financeira, 21,40% consideram o valor alto para pagar de uma vez e outros 21,40% preferem dividir os gastos ao longo do ano. 

Já entre os que mantêm a preferência pelo pagamento à vista, 75,60% destacaram que a escolha é motivada justamente pelo aproveitamento do desconto, seguidos por 12% que querem evitar preocupações com parcelas, 8% que buscam melhor organização financeira e 3,80% que desejam evitar juros e encargos.

MAIORIA SE PLANEJA COM ANTECEDÊNCIA E REALIZA O PAGAMENTO VIA APLICATIVO DE BANCO

A pesquisa também analisou como os brasileiros se planejam para quitar o imposto. A maioria, 57,83%, paga com antecedência, enquanto 28,25% deixam para o último dia do prazo. Para 10,98%, o comportamento varia a cada ano, e 2,95% acabam atrasando o pagamento. 

Quanto à forma de organização financeira, 29,43% utilizam parte do salário mensal, 23,73% afirmam que o comportamento muda ano a ano, 14,87% juntam o valor ao longo do ano, 11,39% reservam parte do 13º salário, enquanto os demais recorrem a investimentos, poupança ou cartão de crédito.

Na hora de efetuar o pagamento, a preferência é clara: 68,50% utilizam aplicativos de banco, seguidos por 17,50% que acessam sites do governo, 12,10% que usam internet banking via computador e 4,90% que realizam o pagamento presencialmente.

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