A Toyota fechou um acordo para pagamentos a partir de 35 salários aos trabalhadores da planta de São Bernardo do Campo (SP), em processo de fechamento, que não quiserem se transferir para outras unidades da montadora no interior de São Paulo.
O funcionário terá direito a um salário adicional para cada ano de casa, ou seja, um trabalhador com dez anos na empresa poderá receber 45 salários (35 salários mais um salário a cada ano trabalhado), além das verbas rescisórias.
Aprovadas pelos operários da Toyota em assembleia, as condições estão previstas no programa de demissão voluntária, o chamado PDV, a ser aberto nesta semana aos funcionários da fábrica no ABC paulista, cujo desligamento está previsto até novembro de 2023.
Além dos salários, os trabalhadores que deixarem a empresa terão assegurados 12 meses de assistência médica, assim como cursos profissionalizantes.
Os funcionários que aceitarem a transferência, a Toyota oferece dois salários, já no ato da transferência, mais 2,4 salários pela mudança, além de bônus de R$ 15 mil e estabilidade de emprego até 2026.
A Toyota, que emprega cerca de 550 pessoas em São Bernardo, anunciou em abril o fechamento da unidade, onde são produzidas peças que abastecem outras fábricas da montadora no Brasil e na Argentina. Com isso, os produtos feitos atualmente no local passarão a ser produzidos nas operações do interior de São Paulo. A companhia informou que o objetivo era aumentar a sinergia na sua operação local para melhorar a competitividade.







